terça-feira, 11 de junho de 2013

Pausa para a poesia - Exagerada


Paisagem que passou, nos vidros baços,
Verde esperança; azul dos sonhos e saudade do que fomos
Pressa, mas corres para onde?
Desamarra esses laços
Vamos ficar velhos juntos,
Fazer ver, nesta guerra perdida
Chegar ao fim, mas de quê?
Salta mais alto, toca na vida
Pega na mala das recordações
Uma coisa de cada vez…
Saber o futuro, mas porquê?
Deixa-te dessas obrigações,
Vive essa realidade sonhada
Não ligues a isso…
Vamos fazer como sabemos,
Vive-la… Assim exagerada!
 
Raminhos

Cabo Verde - Ilha do Sal - O Paraíso


Sou uma apaixonada por praia, confesso. Acho que me apaixonei, em pequena, nos verões passados na Nazaré. Antes de sair de Portugal, os meus destinos favoritos eram os países quentes, com praias desertas, água turquesa e areia branca. Mas, a partir do momento em que comecei a viajar para grandes cidades, descobri que não posso ser tão taxativa. Praia e descanso são óptimos, confusão, também, dependendo do que se procura.
Cabo Verde surge, no seguimento disto. Pretendíamos uma viagem de descanso e boas praias a fechar o verão de 2011.


Cabo Verde é um arquipélago africano de origem vulcânica, constituído por um conjunto de 10 ilhas a 640 km da costa do Senegal.
Quando foi descoberto em 1460 por Diogo Gomes, as ilhas eram desabitadas e sem indícios de vida humana anterior, Cabo Verde foi colónia de Portugal desde a sua descoberta até 1975, ano da sua independência
Muitos dos leitores não me conhecem de lado nenhum, passo a explicar a não sou fã de viagens resort, pelo menos para já. Não acho piada, aquelas viagens de 7 dias, confinados a um resort 5 estrelas, que tem tudo e mais alguma coisa lá dentro. Se calhar não acho piada, porque se o fizesse apenas faria uma viagem ao ano, e por isso prefiro ir mais vezes, mesmo que com menos luxos.
Fomos para a Ilha do Sal, em Setembro de 2011. Escolhemos ficar num hotel 3 estrelas, bem no centro e perto da praia de Santa Maria, chamado Pontão. Voamos com a TAP, voos de 4 horas, bastante tranquilos.



O hotel, não desiludiu em nada, bons quartos, bom pequeno-almoço e uma piscina fantástica! Obviamente não comparável, com a cadeia RIU, 5 estrelas, que também existe na ilha.
O aeroporto da ilha do sal é bizarro, cada vez que estou nos aeroportos europeus, penso como tudo seria mais fácil em Cabo verde. Três tapetes rolantes, duas portas de embarque, pequena sala de fumo ao ar livre, logo a saída dos tapetes. Fantástico!
Chegamos de noite, adoro as manhãs em que acordo no sítio novo e totalmente por descobrir!
Na manhã seguinte, a grande curiosidade era chegar à praia de Santa Maria. Acredito que existam muitos paraísos na terra, mas esta praia está entre eles de certeza.

É o azul claro do mar quente, a areia branca e fina, o calor, a pouca ondulação, um areal imenso e pelo menos no tempo em que lá estive não muito ocupado.
O pontão com os tradicionais pescadores divide a praia em duas partes, no fim do areal, existem agradáveis restaurantes.



Para além da praia, as agências locais, oferecem aos turistas uma grande panóplia de actividades. Desde mergulho, mota de água, passeios a outras ilhas, visita a praias para observação da fauna marítima (tubarões), entre outras, obviamente estas actividades são pagas, não acho que sejam caras. Nós optamos por um passeio pela ilha do sal, que incluía passar pelos lugares mais relevantes da ilha.


Passamos por Monte-Leão, assim chamado porque tem a forma de um leão, segundo eles. Visitamos a célebre Buracona, a Buracona são piscinas naturais que se formaram pela força do mar na rocha vulcânica, a cor turquesa das águas contrasta graciosamente com o negro da rocha. Observamos o OLHO D'ÁGUA, uma caverna sub-aquática, na qual os raios de sol incidem formando um olho azul, um verdadeiro fenómeno da natureza.



Seguimos viagem para as salinas de Pedra Lume, passando por uma zona desértica, onde pela primeira vez soube o que era uma verdadeira miragem.

Acabamos a nossa viagem pela ilha, nas Salinas de Pedra Lume, na cratera de um vulcão, já extinto. Este vulcão por se encontrar perto do mar vê a sua cratera preenchida de água salgada que se infiltrou pela porosidade da pedra. É dada possibilidade, de tomar banho nas salinas, devido à concentração de sal, flutuamos e ainda bem, não é de todo aconselhável, provar aquela água ou deixar ir para os olhos. A sensação quando se sai da piscina, também não é assim muito agradável, é como se tivéssemos “panados” de sal.



Quando viajo, presto muita atenção, no modo como as pessoas dos lugares são e vivem. Se na Europa nem tanto, quando vais para o Continente Africano, sentes grandes diferenças, ainda que Cabo Verde seja um país, sobretudo turístico, elas existem.
No Sal, encontrei o povo simpático e acolhedor, talvez porque ficamos num hotel no centro, vivemos muito mais a cultura cabo verdiana, porque acabávamos por ir aos meus sítios que eles vão. Aos mesmos restaurantes, aos mesmos bares, passeios pelas ruas tradicionais, onde eles ganham a vida. A zona centro, tem diversos restaurantes típicos, alguns cafés e bares, e praças, onde brincam crianças descalças.





Tive oportunidade de visitar também Palmeiras, uma vila, perto do Sal e Espargos, a capital da ilha. As pessoas são as mesmas simpáticas e acolhedoras, mesmo vivendo com pouco. Dedicam-se essencialmente a actividade piscatória e ao turismo. Existem lojas de lembranças (muitas artesanais) por todo o lado.
Em Cabo Verde come-se bem. Ok, eu sou suspeita, sou boa boca. Mas acho que sim, temos desde os pratos mais tradicionais como a famosa cachupa, ao peixe grelhado que toda a gente come.

E depois diga-se de passagem, comer, com esta vista, abre o apetite a qualquer um!


Como qualquer outra viagem, aconteceram coisas menos boas em Cabo Verde.

Primeiro aviso, que acreditem vos vai dar MUITO jeito, na vila de Santa Maria existem uns vendedores de rua (maioritariamente senegaleses), que podem ser verdadeiramente incómodos. Cercam-te como se não houvesse amanhã, andam contigo pela rua até lhes dar alguma atenção. A menos que se queira comprar alguma coisa, não vale a pena responder. Quanto menos conversa melhor, é ignorar e seguir. Se quando estás em grupo a coisa é quase indiferente, sozinha (repito mulher/sozinha) é de ter medo em plena luz do dia. Lá me safei…

Segundo aviso, Cabo Verde não é para meninas, esta viagem foi feita com dois amigos, mas houve um dos dias, em que meu pequeno espírito aventureiro me levou, sozinha até à praia. Certo é que mal eu dei por isso, tinha um jovem local, quase em cima da minha toalha, a fazer-me as perguntas habituais,” de onde és”, quanto tempo vais ficar” … é desconfortável. Dei aso a minha imaginação, mas só o consegui despachar algum tempo depois, inventado que o meu namorado estava ali mesmo na esplanada. Não quero dizer com isto que o rapaz me quisesse fazer algum mal, provavelmente até só estava a ser simpático. É o simples facto de eu ser verdinha nestas coisas que muda tudo. Qualquer mulher com um pouco mais de experiência em situações destas o teria, mandando educadamente à fava em 5 segundos.

Terceiro aviso, não bebam a água deles, os turistas são devidamente alertados para o facto de o nosso estômago não estar preparado para o teor da água que eles bebem. Infelizmente, eu bebi! E por causa disso perdi uma tarde, com uma indisposição, que só passou quando eu me convenci, que tinha de vomitar.

Quarto aviso, aquilo é quente mesmo! Mal se abra a porta do avião, no aeroporto Amílcar Cabral, sente-se um calor abafador. Para nós, que somos flores de estufa, são obrigatórios certos cuidados (muita água, protector solar).






Conclusão: Adorei, aconselho vivamente. Pelas praias, pela cultura, pelo povo, pela experiência e aprendizagem de realidades diferentes da nossa. Pelo espírito calmo e sem stress, com que aquele povo vive. Pela alegria das crianças ao receberem um chupa. Pela abertura do preconceito e até mesmo para dar valor ao que temos.
Deixo Cabo Verde, partirei para outro lugar em breve. Deixo-vos com esta foto, que tirei ao pôr-do-sol, na praia de Santa Maria, sozinha mas bem acompanhada pelos jovens cabo verdianos que ao fim do dia se divertem no mar. Um dos encontros comigo mesma.



Tud’ dreto?


(está tudo bem?) sem stress


Inglaterra - Londres - A magia


Antes de começar a escrever, um aviso: eu amei Londres, portanto o que vamos ter aqui, não é um relato de viagem, é uma verdadeira declaração de amor.

Londres abraçou me, fez-me sentir igual a todos entre as multidões apressadas, nunca estive perdida, pelo contrário, encontrei-me. Todos os viajantes, tem tendência a procurar o seu lugar no mundo, Londres foi o primeiro local em que me senti verdadeiramente em casa.

Existem coisas difíceis de explicar por palavras, acho que determinados momentos não se escrevem nem dizem, sentem-se. Tenho a certeza que nunca vou conseguir escrever para vocês, de maneira tão boa ou clara, que vos leve a entender o que eu senti.

Para ser sincera, Londres, nunca fez parte das minhas viagens de sonho, engraçada a vida, não é? Aquelas coisas que não estamos a espera e que nem achamos assim nada de especiais, por vezes são as que mais nos surpreendem.

Vamos então.  

Viagem feita com cinco amigos, em Abril deste ano, queríamos voar com uma low cost, mas como não existem voos de Lisboa para Heathrow (aeroporto mais perto do centro), em low cost, resolvemos, pagar um pouco mais, e voar com a amiga TAP. Quanto á estadia, ficamos num Hostel, num quarto para seis pessoas, bem perto do centro, o Astor Victoria, (porque gostei tanto dele, vai merecer um post mais a frente.) Se não me falha a memória, o voo ficou em 170 euros, o Hostel em 80 euros as quatro noites com pequeno-almoço. Falaremos dos preços londrinos mais à frente, também.

Desde que viajo, comecei, a seguir alguns blogs de viajantes, li muito antes de ir para Londres, existe muita informação acerca disto, mas em tudo o que vi, escreve se que do aeroporto de Heathrow para o centro da cidade de metro, é uma penosa viagem de uma hora e qualquer coisa. Não achei, obviamente depende do local onde te diriges, mas se falarmos do centro, é tudo muito simples, tudo com muitas indicações, saímos do aeroporto directos ao metro, compramos o oyster card (cartão para transportes, são carregáveis). A viagem dura 40 minutos, que não são totalmente passados debaixo do chão, logo dá se uma vista de olhos aos subúrbios londrinos, achei tranquilo. Quanto ao metro, quem olhar para a rede de metro em Londres, vai dizer o mesmo que eu disse (caraças), mas é mais simples do que se pensa, tudo tem excelentes indicações. Se bem, que aconselho a usar o metro apenas no transporte do aeroporto para o centro, de resto andem de autocarro e sobretudo a pé, é a melhor forma de conhecer a cidade, sem dúvida.




Deixando as “burocracias” de lado, vamos nos perder em Londres?


Começamos pelo Palácio de Buckingham, ver estes edifícios, que estamos muito habituados a ver na comunicação social, ao vivo, é sempre um espanto transcendente para mim, mas confesso estava à espera de um palácio mais brilhante, é absolutamente grandioso e imponente, é certo, mas tem um aspecto de coisa sem vida (a rainha e os seus súbditos que me desculpem.)
É engraçado, observar os guardas, a quem eu invejo a capacidade de coordenação e concentração, quanto à tão falada troca de guardas, que toda a gente aprecia, era melhor eu não me pronunciar, ainda levo porrada um dia destes. Na minha opinião, que nada sinto em relação às tradições monárquicas inglesas, é profundamente aborrecido, perdoem-me a insensibilidade.



Ao lado do Palácio de Buckingham, fica o Green Park, um dos muitos parques da cidade, ideais para um pic-nic, para quem apanhar bom tempo, foi o nosso caso, lanche comprado no Tesco, comer na relva (dicas baratas).




Em relação às conhecidas praças, Picadilly Circus e Trafalgar Square, é Londres em estado puro, Picadilly caótica e brilhante, Trafalgar imponente e linda.




Daqui, seguimos, a ponte que liga esta parte de Trafalgar Square ao London Eye, onde temos uma vista fantástica sobre o Big Ben.



O Big Ben, é uma construção maravilhosa, é dos monumentos mais fotografados do mundo, equiparável ao coliseu de Roma e percebesse porquê. Eu podia passar horas a admirara-lo.



Seguindo e contornando o Big Ben, encontramos a Abadia de Westminster, igualmente bonita.



(Nota: Tudo até aqui foi feito a pé)




Visitamos também St.Paul Cathedral, Millennium Bridge, Museu Tate Modern, Tower Bridge e Tower of London.


Com tudo isto fica um pouco mais longe, optamos por ir de autocarro ate à Catedral de St.Paul, daí fomos sempre a pé até à Torre de Londres.


A catedral é uma construção grandiosa, com a segunda maior cúpula do Mundo, ficando apenas atrás da cúpula da Praça de São Pedro no Vaticano. Sei que entrando na catedral e subindo, consegue se uma boa vista da cidade.

Ao pé da catedral, fica a Millennium Bridge, uma ponte que faz a ligação ao Tate Modern, um museu de Arte Moderna. Seguindo, daí depressa se encontra o centro económico londrino com as suas modernas construções e a famosa Tower Bridge, atravessando-a estamos na Torre de Londres.





Fomos conhecer também a Chinatown, Covent Garden, passando por M&M's world. Não vou falar destas zonas, foram passagens demasiado rápidas, ficam as fotos:









Museu Madamme Tussauds, Little Venice,  Bairro de Notting Hill e a zona de Candem Town também fizeram parte do nosso roteiro:


Muito sinceramente, eu pensava que o Madamme Tussauds era um bocado estupidez, perder tempo com bonecos de cera, era demasiado estúpido. Não é, não é só ver bonecos de cera, para a além dos bonecos em si, serem arte, o museu oferece outras actividades que valem o preço do bilhete, não vou desvendar tudo, senão não tem piada, mas é giro. Entre elas, túneis do terror, história de Londres “contada” enquanto andas de carrossel, cinema 4D. Foi uma experiência agradável.  
 

Resolvemos daqui seguir para Notthing Hill a pé, para quem não tem tempo não é viável, é muito longe, por sorte e sem estar a espera no caminho achamos Little Venice, uma mini Veneza, onde acabamos por almoçar.








Notthing Hill, era obrigatório, queríamos matar a curiosidade, tudo por causa do filme com o mesmo nome aqui passado, com Hugh Grant e Julia Roberts.O bairro, é um luxo, bairro praticamente residencial, casa coloridas, portas azuis, senhores carros a passar, que fazem inveja a qualquer um. Aqui pode-se também encontrar Portebello Market.


O objectivo era encontrar, a famosa livraria do filme, de facto encontramos, a questão é que eu ia à espera de uma livraria, cheiro a livros, história, e porque não o Senhor Hugh à minha espera. Ah ah grande desilusão. A fachada mantém-se, mas é a única coisa, agora o sítio funciona como sapataria, e as fotos são proibidas, dizem eles.




Seguimos então, para um dos sítios que mais gostei. A parte mais alternativa da cidade, zero preconceito, excentricidade, e muita liberdade de ser o que se quer, Candem Town, não ir, é imperdoável.
É um sítio bom para quem quer comprar lembranças baratas. Os mercados tem de tudo, desde comida a roupa.




 
Falta-nos já pouco. E ao nível, do que vi, vou só falar de mais duas coisas, primeiro o London Eye, nós andamos, achei caro, para aquilo que é, vale obviamente pela vista estupenda sobre uma cidade maravilhosa.





Visitamos também o maior parque da cidade, o Hyde Park, é fantástico... um espaço que para os londrinos serve para passear, fazer desporto, namorar.. eu imagino-me assim com um manta numa daquelas margens do lago a beber um chá de menta (é essa a minha ideia para este parque ;D). 

Aqui também podemos encontrar, um monumento dedicado à princesa Diana.









Londres Comer e beber



Para ser sincera ia com medo do dinheiro que gastaria em Londres, sabia que era uma cidade cara, ok é, mas existe caro e barato com em todo o lado.



Conseguimos gastar muito pouco dinheiro em comida. Só comemos porcaria, é certo, mas por uns dias ninguém morre. Gastamos cerca de 5 e 7 libras por refeição.
Tivemos direito a provar o tradicional Fish and Chips e aqueles maravilhosos pequenos-almoços ingleses, que nos deixam sem fome até as três da tarde. 




O beber, isso é outra história, não é para todas as carteiras, foi de resto a única coisa que achei verdadeiramente caro em Londres, a cerveja ronda as 4 ou 5 libras, nos pubs.Mesmo assim tivemos a nossa dose!! Oh yehhhh

 


Apesar de ser caro, acho que viver um pouco desta cultura nos pubs, é fascinante, é que isto é religioso, eles saem do trabalho, vai tudo para os pubs, até as nove, dez da noite. Somos tão diferentes não é… não sei se são sempre as mesmas pessoas ou não, nem se o fazem todos os dias, mas que os Pubs, a partir das 17 horas estão lotados, ai isso estão!



 

Hostel Astor Victoria 

Vou falar do Hostel onde ficamos, achei que a relação qualidade/preço/localização é excelente, e por isso, sinto-me na obrigação de fazer referência ao Astor Victoria. Ainda mais porque antes de ir, li coisas bem feias acerca dele!!!

71 Belgrave Rd
Victoria


Ambiente jovem, o pessoal da recepção é todo muito simpático e prestável, quartos e wc’ s em bom estado e limpos. Possibilidade de cozinhar na zona onde é servido o pequeno-almoço, pode-se guardar alimentos nos frigoríficos, sala de estar com acesso a computadores e Internet, e ainda festas temáticas.
Perto da estação de metro de Pimlico. Autocarro 24 (também nocturno) para Trafalgar Square. Shopping com refeições rápidas e baratas a 5 minutos, zona de alguns pubs também. Daqui ao Palácio de Buckingham, a pé, são 10 minutos.








Conclusão: 


Haveria muito mais a dizer sobre esta terra mágica, talvez um dia ainda aqui volte, a escrever sobre Londres. Ou porque lá voltei, ou porque me lembrei de mais coisinhas… por agora vou partir para o novo destino :)
Termino, com estas palavras que disse no outro dia a um amigo, dos mais aventureiros que conheço! E ele sim… está lá e fazer pelos sonhos :D


“Bem começar por Londres, eu sou uma eterna apaixonada por lugares, não tanto pelo nome da cidade ou atracções turísticas, mas por aquilo que determinado lugar me transmite, a forma de viver, a essência. Já tinha estado em algumas cidades da Europa, mas Londres não se compara ao nível dessas sensações. É chegares a um sítio novo e no primeiro momento entenderes que não existem medos de te perderes porque acabas-te de te encontrar.  Por isso é que tenho uma inveja (da boa) de ti, estas no centro de tudo, com todas as portas abertas e tens essa capacidade fantástica que pouca gente tem hoje em dia, não ter medo de usar as asas. 
Quanto ao tempo… sim é chato. O sol ao qual nós estamos tão habituados faz falta, mas penso que é superável, além disso tens de vez em quando, uns dias mais suaves, em que todos os londrinos saltam para os parques, o que me parece brutal! No meu primeiro dia aí, apanhei um tempo estupendo, fiz um pic nic e senti-me da cidade!” <3

   
See you later London!!!