domingo, 16 de fevereiro de 2014

Pausa para o Lugar - Miradouros de Lisboa

Mudei-me para Lisboa, à sete anos, mas sou sincera, conheço o básico. Acho que me “desenrasco”, em qualquer ponto da cidade, mas há muita coisa por ver e descobrir!

Por isso.. vamos a isso! O Projecto miradouros de Lisboa, nasceu agora mesmo, desta cachola doida!

Objectivo: Escolher os 10 miradouros mais importantes da cidade e convidar alguém para beber café comigo, lá! :)

1 – Parque Eduardo VII



2- Penha de França


3- Monte Agudo



4- Jardim do Torel



5 – Senhora do Monte



6 –Graça



7 – São Pedro de Alcântara



8 – Elevador de Santa Justa



9 –Castelo de São Jorge



10 – Santa Luzia




Com este frio e esta chuva, não sei se vai ser fácil, mas eu vou tentar! 



Já agora apresento o meu miradouro pessoal, a minha casa, o meu sótão das ideias:




:) 

Pausa para a literatura

Como se percebe através do Asas, das coisas que na vida me dá mais prazer, para além de escrever, é viajar.

Como eu amo aeroportos, aviões, hospedeiros, chegadas e partidas, lugares novos, culturas e costumes, idiomas, histórias que não vêm nos livros, aventuras e descobertas! Amo mesmo..

Se pudesse, só fazia isso, descobrir. Se pudesse todos os finais de semana, seriam passados nunca cidadezinha da Europa, e todas as férias seriam num sítio completamente diferente do que estou habituada.

Infelizmente, não posso! Não há disponibilidade financeira para tanto. Mas arranjei uma maneira, bem mais barata de viajar.

Ler. Literatura de viagem é como apanhar o avião, sem sair do sofá. É como percorrer caminhos desconhecidos, nas palavras dos autores.

É disso que vou falar hoje. Começo pelo meu autor português preferido, Gonçalo Cadilhe.

Gonçalo Cadilhe nasceu na Figueira da Foz, a 24 de Maio de 1968. E foi na Figueira, que os turistas e surfistas de países distantes lhe começaram a aguçar a curiosidade, para descobrir o que havia para além do que ele conhecia.

Depressa se apercebeu, que o modo de vida que o fazia feliz era a descoberta do mundo, aliado à paixão pelo surf e o gosto pela escrita.

Hoje, é um escritor reconhecido, como várias colaborações e livros publicados, sobre as viagens que faz.

Já li alguns livros e por isso vou nomear alguns:

Um km de cada vez é um livro de 2009, em que o autor viaja durante 15 meses ao sabor do vento, passando pela Sudeste Asiático, Oceânia, Caraíbas, América Central, África Austral, Galápagos e Polinésia.



Planisfério Pessoal é um livro fantástico, escrito entre 2003 e 2004, em que o autor deu a volta ao mundo sem recorrer a transportes aéreos.





Um lugar dentro de nós é um livro de 2012, que conta experiências de viagem, trocas de sentimentos, amizades feitas em lugares longínquos e aprendizagens. Que pretende inspirar viajantes a procurar a sua própria viagem.



Sou suspeita, porque adoro Gonçalo Cadilhe, adoro a maneira como escreve, não se trata de retratar lugares, trata-se antes de escrever sensações, visões e olhares. Vale muito a pena, ele tem mais uns quantos livros que eu ainda não consegui ler, mas que o farei brevemente.


Outro autor, que eu descobri recentemente e gostei bastante, foi Tiago Salazar. Tiago nasceu em Lisboa, em 1972. 

Tem vários livros sobre viagem e não só, mas eu só li um livro chamado "As rotas do Sonho".

As rotas do sonho, leva-nos para destinos maravilhosos, pelo mundo. Gostei muito e pretendo comprar os outros três livros sobre viagem. 


Outra autora portuguesa que eu adoro é Patrícia Gameiro de Brito, uma apaixonada por história, literatura, viagens e adepta do nomadismo como filosofia de vida.

Patrícia nasceu em Setúbal, a 1 de Janeiro de 1969, é editora da revista UP, a revista de bordo da TAP e jornalista no O Independente, trocando muitas vezes a rotina do quotidiano, pela liberdade de colocar a mochila ás costas e viajar sozinha, por um mundo imenso por descobrir.

Malas de Cartão, é o seu livro, resultado de 14 corajosos meses, em redor do mundo. São histórias de 40 países diferentes, contadas de forma sublime.



Por ultimo, quero referir, Bill Bryson. Um escritor Norte-Americano, nascido em 1951. Considerado por muitos "o monstro" da Literatura de Viagem. 

Li apenas um livro dele, e gosto da maneira divertida com transmite a sua ideia. Acho que um pouco menos romantizada, do que os autores que aqui referi, Bill é mais cru. 

O livro que li, chama-se Nem aqui, nem ali, e é um relato de viagens por toda a Europa. Quem já viajou alguma coisa pelo o nosso continente, vai rever-se e rir de muita coisa que o autor refere.



E pronto, quem gosta de viagem, e tal com eu, não nasceu rico! Compre livros, leia, viaje sem sair de casa! 

Aproveitem o tempo de chuva e percam-se nestas sugestões! É tão bom!

E sabem o que seria mesmo bom? Um dia o meu nome constar da Literatura de Viagem! Mas isso já são outras conversas! 

Boa semana amores :)


sábado, 15 de fevereiro de 2014

Pausa para Futilidades - Tatuagens

Passei anos a querer fazer uma tatuagem, mas tinha (tenho) horror de agulhas. Foi preciso muita coragem e muito incentivo, principalmente da parte da minha mãe, que quase teve que me empurrar para a loja.

A dor depende muito dos sítios e da tolerância das pessoas, mas a minha posso dizer, que não me doeu nada! Obviamente não estás na esplanada, sentes umas "picadas" . Fiz na parte de trás do pescoço.



A par do medo, realmente isto de fazer algo, no nosso corpo, para a vida toda, dá que pensar. Acho que tem de ser algo bem reflectido e ponderado.

Hoje em dia a tatuagem começa a ser melhor encarada, mas acredito que alguém com muitas tatuagens ainda seja alvo de preconceito. Sei também de casos que não foram aceites em trabalhos ou foram despedidos por terem tatuagens, é uma estupidez, mas convém ter em atenção que parte do corpo se tatua, para não ter que passar por estes constrangimentos.

Tatuar é como viajar, fazes a primeira e parece que nasce um bichinho de querer mais. Não sou grande adepta de tatuagens grandes, nem coloridas, nem onde toda a gente vê.

Gosto de coisas minimalistas, a preto e em sítios menos óbvios, daquelas que se possa mostrar, apenas quando se quer.

Se bem que há tatuagens gigantes que eu gosto de ver, mas em mim, não fazia. Um exemplo disso são as Asas nas costas, que eu adoro, ou as chamadas “mangas”, que em homem acho que fica muito bem.

Este ano, ando com vontade de fazer a segunda, mas ainda não decidi bem onde. Eu quero fazer mais duas, e sei, que uma vai ser no pé e a outra no braço.


As minhas tatuagens são escritas, frases ou palavras. Vou deixar aqui as inspirações que andei a tirar. 

No braço penso em qualquer coisa deste género, mas ainda não sei que frase escrever:






no pé seria uma frase também, mas há outras coisas muito engraçadas aqui:











Outra moda engraçada, (eu acho piada), é no dedo, mas é complicado esconder este tipo de tatuagens:





Também amo estas, mas como já tenho nas costas/pescoço, fica muita informação!









É isso ! Boas inspirações, não?

Bom Domingo :)

Pausa para a poesia - Partir

Tenho a capa e o escudo, já nada aqui trespassa

Mas até o mais forte e digno homem, fracassa!

Faltaste ao nosso encontro, sem sequer me avisar

Perdemos o tempo e o navio, tínhamos só 30 segundos para amar

Segue o teu rumo marinheiro, este não é o nosso porto

Porque esta gente não nos abraça, olha tudo de um jeito meio torto

E seguimos separados, eu vou ver as gaivotas da costa oeste

Quando lá chegar, falo-te dessas belezas da terra agreste

Não navegues essa tempestade, sabes que não és assim, forte


Mas não tenhas medo, estou contigo, além da morte…


Pausa para a crónica - Espero que saibas

Tu não sabes quem eu sou, mas eu sei quem tu és. Tu és uma mulher cheia de encantos, uma mulher de personalidade estupidamente forte. De certeza que abraças com a alma e o teu olhar deve ser apaixonante. Tu és a escolhida.

Espero que saibas distinguir o sorriso dele, um sorriso feliz, ou o sorriso forçado de quem não está bem. Espero que saibas que as mãos dele são perfeitas.

Não esperes comentários acerca do jantar que fizeste, porque esteja bom ou mau, ele nunca te vai magoar. Não esperes que responda a todas as tuas perguntas porque nem sempre ele, tem todas as respostas.

Espero que saibas que quando ele trinca o lábio, ele está a pensar em algo e não deves quebrar esse raciocínio. Espero que tenhas descoberto que ele não gosta dessas músicas, porque ele gosta do que gosta.

Espero que entendas, que ele te vai ouvir horas a fio e no fim vai dar-te os melhores conselhos, porque ele é assim. Não esperes que ele argumente as tuas acusações, porque se ele não as aceitar, ele não se vai importar, vai abraçar-te devagarinho, apenas.

Não tenhas medo, desses planos que ele faz, desses sonhos que ele tem, acompanha-o na loucura, é assim que o fazes feliz.

Espero que saibas que não o podes sufocar, ele ama-te, mas precisa daquela liberdade, que tu nem sempre vais gostar.

Espero que saibas, que os olhos dele brilham. E que ele se importa de verdade com o que tu sentes, mesmo que às vezes dê a entender que não.

Espero que saibas que ele é estranho, diferente e original, e que não podes fazer dele um ser igual a tantos outros, porque ele não o é.

Nunca consideres que ele tem sorte em te ter, sorte, tens tu, em ter alguém perfeito ao teu lado.

Espero que lhe dês o valor que eu nunca dei, Espero que o saibas amar, como eu nunca soube.


 Inspirado por : "só de ti"  Ana Penetra



"Só de mim" Vallentine Day - Diffuse Studios




sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Pausa para crónica - Carta de São Valentim

 Lisboa, 14 de Fevereiro de 2014


Hoje, em Portugal e na maior parte dos países do mundo comemora-se o dia de São Valentim, ou como habitualmente o conhecemos, Dia dos Namorados.

Talvez a maioria das pessoas, desconheça a verdadeiro motivo desta comemoração. Existem várias teorias, mas eu prefiro contar-te a que eu mais gosto.

Reza a história, que o Imperador Claudius II queria reunir um grande exército, para expandir o Império Romano, por isso queria obter o máximo de homens voluntários como soldados.

No entanto os homens casados ou aqueles que pensavam vir a ser, tinham receio em se alistar e deixar a família ou futura família desamparada.

O imperador teve então a ideia de não consentir mais casamentos, facto que viria a deixar descontente toda a população, bem como um padre chamado Valentim.

O Padre Valentim quebrou as regras, e continuou a realizar casamentos, através de uma cerimónia secreta e perigosa.

Numa dessas cerimónias, Valentim foi capturado e preso até á data da sua execução.

Diz-se, que os jovens apaixonados passavam pela sua janela para lhe deixar mensagens sobre o amor e para agradecer as suas atitudes.

Diz-se também que Valentim se terá apaixonado, por uma rapariga, que pela sua janela teria passado. E no dia da sua morte, lhe teria deixado, uma mensagem de amor, assinada assim “from your Valentine”.

É por isto que nasceu o costume de trocar mensagens de amor no dia da morte de São Valentim, a 14 de Fevereiro do ano de 269.

Posto isto, tudo me leva a crer que o dia de São Valentim não é só dos namorados, mas sim um dia especial para dizer o quanto eu gosto de ti.

Um dia especial, para reflectir na razão, porque da tua maneira meio torta de ser, entraste na minha vida, para a transformar em algo melhor e sobretudo para me transformar em alguém melhor.

Uma noite especial para trocar as penas pesadas dos dias cansados pelo olhar brilhante da recordação. Para aprender a viver com o nosso menos bom e saber para sempre que o pouco que somos ou fomos, é ou foi tanto.

Porque o amor, não é visível nos corações, peluches, flores, jantares e velas, o amor não é visível nem mesmo nas palavras. O amor não é a aliança no dedo ou acordar todos os dias na mesma cama. O amor, nem sempre é ter…

O amor também é isto, é amar o que não é nosso, como se fosse. É morrer por dentro, na ausência. É aceitar e compreender o incompreensível. É viver com amor, e amar o que foi, o que é e o que virá. É pôr tanto em tudo, como se fosse o último suspiro ou a ultima vez que nos tocamos.

Amor não é posse, não é obrigação, amor nem sequer chega a ser perdição, porque o meu amor por ti, é encontrar-me em cada abraço imaginado que não demos ou em cada olhar cúmplice que esquecemos.

Sem pele, sem carne, sem sequer te tocar, porque o amor, não pode ser só isso. Eu não quero que seja.

Todos os dias seriam bons para te dizer que és a parte mais bonita dos meus sentimentos confusos e cinzentos. Todos os dias podias ler nos meus olhos a verdade cega, de quem ama com o coração.

Mas hoje, hoje é apenas mais um desses dias cor-de-rosa. Em que me levanto cedo para contemplar devagarinho, o teu sono e a tua paz que imagino na minha mente e isso, bem isso acalma a alma e faz sorrir sozinha a mais céptica das criaturas.

From you Valentine


IR



Ah pois é! A mais céptica das criaturas, no caso, eu! Também consegue dizer umas coisas bonitas.. de vez em quando!

É uma carta puramente fictícia, foi o primeiro ano, em que entendi este dia e estou feliz por isso! Não se trata de ter alguém ou não. Trata-se de amar...


Amor é amor! Todos temos as nossas paixões, os nossos amores, o nosso Valentim, materializado no amor carnal, fraternal ou até mesmo no que fazemos, no que somos e sentimos. 



Happy Valentine s Day!


Sejamos felizes com o que temos, mas principalmente com o que somos!



quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Pausa para a música - To Build Home - The Cinematic Orchestra

 I am so in love with this song!





Movie: Step Up 4 revolution 

Music: To Build Home - The Cinematic Orchestra

Cinematic Orchestra é uma banda britânica, de jazz, formada em 1999, por Jason Swinscoe.

Pausa para a crónicas – Sou muito adulta, eu!


Esta coisa de crescer é engraçada. A malta tem de crescer toda direitinha e seguir o resto da manada. É mais ou menos assim, eu faço porque os outros fazem. Secaaaa!

É suposto estudares e tirares um curso, qualquer porcaria serve, no estado em que o país está já se pode tirar qualquer coisita. Se não estudares, deves arranjar um emprego, um bom emprego. Deves ter uma casa, uma casa não, bom mesmo era teres uma grande casa e um bom carro.  Não tens um bom carro? És um cocó.

Deves ter uma namorada/namorado fixo, bem comportado e já agora com os mesmos ideais da sociedade. Depois deves ter filhos, porquê? Porque é suposto.

Deves ser o melhor no trabalho, ou fazer parecer que és, ser um bom marido e um bom pai, ou parecer que és, teres uma situação financeira boa ou parecer que tens.

Para o quadro da perfeição ser completo, deves vestir bem, calçar bem, frequentar sítios de bem e passar pelo menos uma semana no Algarve em Agosto.

Ok, eu não tenho nada contra o pessoal que se revê nesta imagem. A questão aqui, é que existe aqueles que são assim e podem, e existem os que são assim e não podem. E existem ainda aqueles que são assim porque querem e aqueles que o são porque os outros querem!

Passo a explicar, vou começar pela questão da ideia generalizada que todos os miúdos têm de ser doutores! É certo que todos queremos o melhor para as nossas crianças, concordo. Mas quem é que disse as estas bestas com palas nos olhos, que um miúdo futuro economista vai ser mais feliz do que um miúdo futuro padeiro? Qual é a lei universal que indica que um canudo te dá felicidade? Eu não sei, mas quer me parecer que anda por aí muito doutor inchado que nem um pavão, que nem sequer gosta do que faz e pior não tem aptidão nenhuma para fazer o que faz.

Segundo ponto, xixi, cocó, comer e tomar banho são necessidades humanas. Morar numa mega casa, ter o carro xpto, vestir aquilo e ferias acolá. Não são, gente! A sério que não! Certo que todos queremos uma vida melhor e devemos lutar por ela. Mas anda para aí muita gente a dar um passo maior cá perna. Só porque os outros têm as coisas, não quer dizer que eu as possa ter. Dou o exemplo, alguns amigos da minha idade vivem numa casa muito linda e eu vivo num sótão, e vivo porque não posso pagar uma renda superior. Vivo porque não me apetece endividar até às orelhas no crédito bancário. Se desisti de ter uma casa melhor? Não, só não me apetece lixar a minha vidinha, para dizer aos outros que também tenho uma casa fofinha, ou um carrinho isto ou aquilo.

Por último, essa estúpida ideia que as pessoas só são pessoas quando se casam ou juntam e criam uma família, faz-me impressão. Há muita malta que se casa, porque sim e depois são uns maridos/esposas do cocó! É traições a dar com pau, faltas de respeito a toda a hora e são uns infelizes de merda, com mania que são exemplo. Não valia mais assumirem de uma vez por todas que não são capazes de ter uma só pessoa e serem felizes com isso? Será mesmo que nós devemos exigir e ter sentimento exclusivo a alguém? Não sei, já se questionaram sobre isso?
Assim como há pessoas, que têm filhos e não deviam ter! É do género, isto anda tudo a ter bebés, bora lá fazer um!? Nove meses depois temos mais um no mundo, que veio sem propósito e que muito provavelmente vai ser uma criança mal-amada e mal-educada, só porque os pais acharam que era giro ter um bebé. Há pessoas que não nasceram para ser pais, acreditem ou não, elas existem.

Não passando mais uma vez de uma opinião, acho que as pessoas são cada vez mais cópias umas das outras. Vai tudo em rebanho, ninguém questiona nada, toda a gente tem medo de ser original, para não ferir as susceptibilidades de uma sociedade ordinária e chata.

Não quero dizer que devemos ser todos loucos, não é isso. Ainda bem que existem pessoas normais, mas também não julguem as pessoas só pelo emprego, dinheiro, casa, casamento e filhos porque isso muitas vezes é uma ilusão.

Devemos fazer as coisas porque queremos e não porque os outros fazem. E não, acreditem que ninguém deixa de ser adulto, por ter ideias diferentes.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Pausa para a Música - Uma Fadista - Gisela João


Gisela João é natural de Barcelos, interessou-se pelo fado quando ouviu em criança, um fado da Amália, enquanto lavava a loiça.

Foi para o Porto, em 2000, para estudar design mas rapidamente começou a cantar numa casa de fado.

Em 2008 gravou o seu primeiro álbum a solo "O meu fado" - Estúdios Conquista

Em 2009 gravou um álbum com os Atlantihda.

É considerada uma das maiores revelações do fado no feminino dos últimos anos para o jornalista António Pires.

O ar imponente e a voz forte, fazem dela , uma das fadistas mais carismáticas do nosso tempo.
Como ela própria diz na música “ Antigamente” do seu primeiro álbum “ Não é fadista quem quer, mas sim, quem nasceu fadista”.
 
 

 

 

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Pausa para a crónica – Esta coisa da escrita – Balanço – Um Obrigado

Não sei precisar, quando é que esta coisa da escrita se iniciou, sempre me lembro de escrever. Mas o sonho a nível profissional começou nos meus 16 anos, quando alguns professores me incentivaram com as suas opiniões, na altura positivas. Depois a partir daí, foram os textos e poemas, nas redes sociais, que me trouxeram alguma repercussão, as pessoas diziam que gostavam, que eu tinha jeito e eu também comecei a convencer-me disso.

Hoje em dia, acho que com os anos que levo disto, já devia ser melhor e se realmente fosse assim tão boa, já alguém teria pegado nisso. Mas continuo a gostar de escrever, assim como sei que existem pessoas que continuam a gostar de ler.

Ultimamente, eu tenho seguido alguns youtubers portugueses, e acho que é uma ideia com pernas para andar e para se tornar mais viável a curto prazo do propriamente os blogues. Essencialmente porque dá menos trabalho ouvir do que ler.

O Asas tem nove meses, ainda não estou a conseguir chegar com ele, onde queria. Na realidade não me importo muito, porque apesar de ter uma paixão enorme pela escrita e obviamente gostar muito de um dia poder ganhar a vida através dela, não tenho essa pretensão para já.

O Asas é um cantinho, algo que me faz sentir bem e no qual posso escrever as minhas ideias, experiências e sensações. A nível de visitas, não acho que esteja assim tão mau, são 3000 em nove meses, essencialmente em Portugal. Considero mais importante os numero de visitas, do que propriamente os seguidores. Mas é necessário cativar mais e conseguir mais comentários no blogue e não tanto no Google +.

Começou com a ideia de uma criar um blogue sobre viagens, hoje em dia, é muito mais que isso. As visitas que recebo aqui são essencialmente através das redes sociais, nas quais eu vou partilhando e divulgando o Asas. E por isso mesmo a crítica, também vem mais dos amigos, a quem muito tenho que agradecer, primeiro porque as pessoas que lêem as minhas coisas, impedem muita vezes a paragem da escrita e segundo porque ao manifestarem a sua opinião, ajudam-me a perceber erros e coisas que posso melhorar, percebo os assuntos que chamam mais à atenção, e até as sugestões que me fazem, sobre temas para escrever, são sempre bem-vindas.

De qualquer das formas, ando à procura de opiniões um pouco mais profissionais e isso ainda não está a acontecer. É verdade que também não bati assim a tantas portas!

Destes nove meses, destaco as oito viagens aqui publicadas, a escrita de viagem é sem dúvida o que mais me interessa neste momento, considero as minhas publicações boas, apesar de ter noção que não sou nada do outro mundo, nessa área. Este ano pretendo tirar uma formação em escrita de viagens, já andei a ver preços, vamos ver o que se arranja.

Em relação à poesia, é o meu amorzinho! Toda a gente sabe. Infelizmente, eu acho que as pessoas não se interessam muito, por poesia, nos dias que correm. Tenho pena disso, mas respeito, obviamente.

Considero também que a ideia das entrevistas resultou muito bem. Tenho imensos planos de continuar e até acho que as pessoas com quem falei, foram bem mais receptivas do que eu esperava. Mas é uma coisa que dá trabalho, envolve marcações e disponibilidade, envolve muitas horas da minha parte em frente ao computador e a verdade é que isto não é um trabalho, eu tenho que fazer as coisas por prazer e não por obrigação. Vou ver se arranco com isso, já na próxima semana.

As crónicas vão continuar! Se bem que não passam de opiniões, umas vezes bem escritas, outras nem por isso. Tenho alguns assuntos interessantes para apresentar, vou continuar muito na onda do que eu gosto ou seja sociedade, cultura, afectos e por aí.  

Para a secção “Recantos” também tenho umas ideias engraçadas, mas o tempo também não tem ajudado muito para sair de casa. E para falar dos sítios, é preciso lá ir. Há imensos lugares aqui em Lisboa e não só, que quero ir e apresentar aqui.

Por último, tenho uma ideia nova, para acrescentar ao Asas ! Mas ainda é segredo! 

E pronto é isto, acho que já estava na altura de fazer um balanço, desta viagem! Obrigado a todos os que comentam e dão opiniões. A todos que falam comigo pessoalmente e elogiam, dão sugestões, fazem críticas. Obrigado ao pessoal que partilha as publicações e às pessoas que falam do Asas na rua, que também sei que acontece.

Obrigado mesmo

Desejo a todos um bom Fim -de- Semana.