sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Pausa para a crónica - Facilitar

Desde muito nova que eu acho que facilito. Facilito a vida às pessoas, simplesmente porque sim. Just because I don t like to fuck anyone's life.  

Às vezes, só não me apetece torrar a paciência a ninguém, às vezes também não me apetece torrar a minha.

Se posso fazer de determinada maneira, e com isso incomodar menos, para quê dar trabalho, para quê chatear, para quê deixar os outros tristes?

Mas não, chego á conclusão (e já vou tarde), que esta malta, não pensa como eu!

As pessoas gostam mesmo é de dificultar a vida aos outros, armarem-se em sei lá o quê. Gostam mesmo é de ver os outros mal, contrariados, humilhados e sempre mas sempre no degrau de baixo.

“Imagine wall the people, Living life in peace”, o John era um utópico, como eu.

Facilitar é mau, envolve muitas vezes, deixar que pensem que és parvinha, e isso em mentes de lixo, dá aso a que achem, que te podem pisar. E na realidade pisam.

As pessoas assim acham-se sempre superiores, e nas suas cabeças doentes, tu nasce-te para ser uma larva.

Este povo é todo louco.

Soy un perdedor
I'm a loser baby, so why don't you kill me?´




segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Pausa para a crónica – O amor deles e o amor delas


No amor, as mulheres são profissionais; os homens, amadores.”

François Truffaut

Não gosto de guerras de género, porque acho que não se trata de ser homem ou mulher, trata-se de ser ou não, uma pessoa íntegra.

Se depois os homens são mais isto e as mulheres mais aquilo, ainda bem ! Mal seria se fossemos todos iguais.

Tive momentos na minha adolescência, em que achava que havia todas as vantagens em ser homem. Homem tem tudo facilitado, sofre menos preconceito e menos avaliação constante.

Entretanto aprendi a compreender e apreciar, este universo feminino, que da sua maneira meio confusa, é espantoso.

Apesar de não ter paciência para certas coisas do sexo feminino, eu adoro ser mulher e acho que as mulheres são seres muito mais interessantes, sobretudo porque são mais complexos.

Mulher é de forma geral, sinónimo de riqueza, mescla, tonalidades. Homem é neutro, pobre em adornos (no sentido de ser), rectilíneo. E talvez por isso haja entre os dois, um eterno desacordo concordado.

Os homens dizem que não nos entendem, e eu até os percebo. 

Já nós dizemos que não percebemos os homens, e erramos redondamente, nós percebemos! Muitas vezes não queremos é admitir determinada coisa ou aceitar que as coisas não são como gostaríamos que fossem.

Em conversa com um amigo no outro dia, ele disse-me “a mulher ainda não percebeu que comanda tudo”, e na realidade é isso. 

Os homens têm dois modos de ver, ou gostam e querem ou não gostam e não querem, e só!

Nós mulheres, é que temos 1000 maneiras de ver as coisas, a mulher complica!

É isto que eu quero, consigo aceitar estas regras, viver assim, ser “amada” assim? Boa! Vou por aí.

Se não for? Se não me inspirar confiança, se eu quiser mais e melhor ou simplesmente diferente! Adeus e boa sorte.

Parece simples e na verdade é!

Mulher tem uma mania bonita, na minha opinião, bonita MANIA de sentir. Sentir tudo, como se mundo fosse acabar amanhã, tem a mania de fantasiar, mania que quer ser exclusiva, isso é surreal.

Essa ideia, de que se é exclusiva, é quase ridícula. Não quer dizer que não existem pessoas fiéis. Existem poucas, mas ainda há! Mas nós nunca vamos ser exclusivas na vida de ninguém, muito menos para sempre.

Qual é o problema disso!? Até parece que mulher também não compara, não tem preferências, não troca, não se apaixona e desapaixona!

Mulher é trágica, homem é um oceano de calma. Homem disfarça melhor tristeza, mulher é melhor em esconder interesse, a célebre questão de gostar de ser difícil.

Mulher romantiza, idealiza o filme e escreve o final, mesmo sem a história começar. Homem executa, realiza.

Homem sabe o que quer, mesmo que nem sempre o diga, ele sabe. Muitos têm mau carácter ou simples cobardia e não dizem sempre a verdade. Mas a mulher sabe ler entrelinhas, se quiser.

Mulher diz que sabe o que quer, e às vezes muda a meio do caminho, perde-se, dá voltas e voltas.

Trair também não é só coisa de homens! Mulher é vingativa, consegue ser fria e também trai.

A única coisa que nos distingue é que nós não somos tão atraídas pela ideia do sexo, do desejo. Ou pelo menos não é só isso!

Não se trata de matar um desejo, à homem, trata-se de cumprir uma promessa feita entre olhares, da forma romântica, como a mulher gosta de pensar.

Acredito que ainda existam homens românticos e com real vontade de entrar com seriedade numa relação. Mas as mulheres nisso dão-lhes 10 a 0.

Assim com sei que existem mulheres, que são autênticos cubos de gelos, interessadas apenas em sexo. Mas nisso os homens ganham por muito.

As mulheres sonham com príncipes, casamentos, homens fiéis e finais felizes para sempre. Homens não sonham, focam-se nas possibilidades e nos momentos.

Mulher complica, na generalidade! E os homens queixam-se das suas complicações. Se a mulher não complica? Os homens acham-na fácil. Fácil demais.

Todo o homem deseja uma mulher que fale a linguagem deles, mas depois se a encontraram, não sabem lidar com isso. Ou seja, também não se entende!!!

Mas o problema nem é com eles, nós é que temos que ultrapassar essas barreiras do amor. Essas fantasias, completamente contraditórias aos tempos que vivemos.

A mulher moderna está a descomplicar, embora nem sempre da maneira correcta.

Descomplicar não é ser homem, descomplicar é desfazer o nó e as amarras do nosso mundo cor-de-rosa, cheio de príncipes e princesas, que só existem mesmo nos livros e nos filmes.

É isso, a regra é ser sincero, não ter medo de dizer o que se quer!

E ser sincero, isso sim, é que é uma coisa que não é para todos! Não se trata de ser homem ou mulher, trata-se da maior ou menor capacidade para enganar e se enganar.

Se cada um dissesse exactamente o que esta a espera da outra pessoa, se cada um de nós deixasse transparecer exactamente a intenção e o sentimento, perdia-se em cena cinematográfica, mas ganhava-se de certeza em entendimento.


Digo eu!


domingo, 16 de fevereiro de 2014

Pausa para o Lugar - Miradouros de Lisboa

Mudei-me para Lisboa, à sete anos, mas sou sincera, conheço o básico. Acho que me “desenrasco”, em qualquer ponto da cidade, mas há muita coisa por ver e descobrir!

Por isso.. vamos a isso! O Projecto miradouros de Lisboa, nasceu agora mesmo, desta cachola doida!

Objectivo: Escolher os 10 miradouros mais importantes da cidade e convidar alguém para beber café comigo, lá! :)

1 – Parque Eduardo VII



2- Penha de França


3- Monte Agudo



4- Jardim do Torel



5 – Senhora do Monte



6 –Graça



7 – São Pedro de Alcântara



8 – Elevador de Santa Justa



9 –Castelo de São Jorge



10 – Santa Luzia




Com este frio e esta chuva, não sei se vai ser fácil, mas eu vou tentar! 



Já agora apresento o meu miradouro pessoal, a minha casa, o meu sótão das ideias:




:) 

Pausa para a literatura

Como se percebe através do Asas, das coisas que na vida me dá mais prazer, para além de escrever, é viajar.

Como eu amo aeroportos, aviões, hospedeiros, chegadas e partidas, lugares novos, culturas e costumes, idiomas, histórias que não vêm nos livros, aventuras e descobertas! Amo mesmo..

Se pudesse, só fazia isso, descobrir. Se pudesse todos os finais de semana, seriam passados nunca cidadezinha da Europa, e todas as férias seriam num sítio completamente diferente do que estou habituada.

Infelizmente, não posso! Não há disponibilidade financeira para tanto. Mas arranjei uma maneira, bem mais barata de viajar.

Ler. Literatura de viagem é como apanhar o avião, sem sair do sofá. É como percorrer caminhos desconhecidos, nas palavras dos autores.

É disso que vou falar hoje. Começo pelo meu autor português preferido, Gonçalo Cadilhe.

Gonçalo Cadilhe nasceu na Figueira da Foz, a 24 de Maio de 1968. E foi na Figueira, que os turistas e surfistas de países distantes lhe começaram a aguçar a curiosidade, para descobrir o que havia para além do que ele conhecia.

Depressa se apercebeu, que o modo de vida que o fazia feliz era a descoberta do mundo, aliado à paixão pelo surf e o gosto pela escrita.

Hoje, é um escritor reconhecido, como várias colaborações e livros publicados, sobre as viagens que faz.

Já li alguns livros e por isso vou nomear alguns:

Um km de cada vez é um livro de 2009, em que o autor viaja durante 15 meses ao sabor do vento, passando pela Sudeste Asiático, Oceânia, Caraíbas, América Central, África Austral, Galápagos e Polinésia.



Planisfério Pessoal é um livro fantástico, escrito entre 2003 e 2004, em que o autor deu a volta ao mundo sem recorrer a transportes aéreos.





Um lugar dentro de nós é um livro de 2012, que conta experiências de viagem, trocas de sentimentos, amizades feitas em lugares longínquos e aprendizagens. Que pretende inspirar viajantes a procurar a sua própria viagem.



Sou suspeita, porque adoro Gonçalo Cadilhe, adoro a maneira como escreve, não se trata de retratar lugares, trata-se antes de escrever sensações, visões e olhares. Vale muito a pena, ele tem mais uns quantos livros que eu ainda não consegui ler, mas que o farei brevemente.


Outro autor, que eu descobri recentemente e gostei bastante, foi Tiago Salazar. Tiago nasceu em Lisboa, em 1972. 

Tem vários livros sobre viagem e não só, mas eu só li um livro chamado "As rotas do Sonho".

As rotas do sonho, leva-nos para destinos maravilhosos, pelo mundo. Gostei muito e pretendo comprar os outros três livros sobre viagem. 


Outra autora portuguesa que eu adoro é Patrícia Gameiro de Brito, uma apaixonada por história, literatura, viagens e adepta do nomadismo como filosofia de vida.

Patrícia nasceu em Setúbal, a 1 de Janeiro de 1969, é editora da revista UP, a revista de bordo da TAP e jornalista no O Independente, trocando muitas vezes a rotina do quotidiano, pela liberdade de colocar a mochila ás costas e viajar sozinha, por um mundo imenso por descobrir.

Malas de Cartão, é o seu livro, resultado de 14 corajosos meses, em redor do mundo. São histórias de 40 países diferentes, contadas de forma sublime.



Por ultimo, quero referir, Bill Bryson. Um escritor Norte-Americano, nascido em 1951. Considerado por muitos "o monstro" da Literatura de Viagem. 

Li apenas um livro dele, e gosto da maneira divertida com transmite a sua ideia. Acho que um pouco menos romantizada, do que os autores que aqui referi, Bill é mais cru. 

O livro que li, chama-se Nem aqui, nem ali, e é um relato de viagens por toda a Europa. Quem já viajou alguma coisa pelo o nosso continente, vai rever-se e rir de muita coisa que o autor refere.



E pronto, quem gosta de viagem, e tal com eu, não nasceu rico! Compre livros, leia, viaje sem sair de casa! 

Aproveitem o tempo de chuva e percam-se nestas sugestões! É tão bom!

E sabem o que seria mesmo bom? Um dia o meu nome constar da Literatura de Viagem! Mas isso já são outras conversas! 

Boa semana amores :)


sábado, 15 de fevereiro de 2014

Pausa para Futilidades - Tatuagens

Passei anos a querer fazer uma tatuagem, mas tinha (tenho) horror de agulhas. Foi preciso muita coragem e muito incentivo, principalmente da parte da minha mãe, que quase teve que me empurrar para a loja.

A dor depende muito dos sítios e da tolerância das pessoas, mas a minha posso dizer, que não me doeu nada! Obviamente não estás na esplanada, sentes umas "picadas" . Fiz na parte de trás do pescoço.



A par do medo, realmente isto de fazer algo, no nosso corpo, para a vida toda, dá que pensar. Acho que tem de ser algo bem reflectido e ponderado.

Hoje em dia a tatuagem começa a ser melhor encarada, mas acredito que alguém com muitas tatuagens ainda seja alvo de preconceito. Sei também de casos que não foram aceites em trabalhos ou foram despedidos por terem tatuagens, é uma estupidez, mas convém ter em atenção que parte do corpo se tatua, para não ter que passar por estes constrangimentos.

Tatuar é como viajar, fazes a primeira e parece que nasce um bichinho de querer mais. Não sou grande adepta de tatuagens grandes, nem coloridas, nem onde toda a gente vê.

Gosto de coisas minimalistas, a preto e em sítios menos óbvios, daquelas que se possa mostrar, apenas quando se quer.

Se bem que há tatuagens gigantes que eu gosto de ver, mas em mim, não fazia. Um exemplo disso são as Asas nas costas, que eu adoro, ou as chamadas “mangas”, que em homem acho que fica muito bem.

Este ano, ando com vontade de fazer a segunda, mas ainda não decidi bem onde. Eu quero fazer mais duas, e sei, que uma vai ser no pé e a outra no braço.


As minhas tatuagens são escritas, frases ou palavras. Vou deixar aqui as inspirações que andei a tirar. 

No braço penso em qualquer coisa deste género, mas ainda não sei que frase escrever:






no pé seria uma frase também, mas há outras coisas muito engraçadas aqui:











Outra moda engraçada, (eu acho piada), é no dedo, mas é complicado esconder este tipo de tatuagens:





Também amo estas, mas como já tenho nas costas/pescoço, fica muita informação!









É isso ! Boas inspirações, não?

Bom Domingo :)

Pausa para a poesia - Partir

Tenho a capa e o escudo, já nada aqui trespassa

Mas até o mais forte e digno homem, fracassa!

Faltaste ao nosso encontro, sem sequer me avisar

Perdemos o tempo e o navio, tínhamos só 30 segundos para amar

Segue o teu rumo marinheiro, este não é o nosso porto

Porque esta gente não nos abraça, olha tudo de um jeito meio torto

E seguimos separados, eu vou ver as gaivotas da costa oeste

Quando lá chegar, falo-te dessas belezas da terra agreste

Não navegues essa tempestade, sabes que não és assim, forte


Mas não tenhas medo, estou contigo, além da morte…


Pausa para a crónica - Espero que saibas

Tu não sabes quem eu sou, mas eu sei quem tu és. Tu és uma mulher cheia de encantos, uma mulher de personalidade estupidamente forte. De certeza que abraças com a alma e o teu olhar deve ser apaixonante. Tu és a escolhida.

Espero que saibas distinguir o sorriso dele, um sorriso feliz, ou o sorriso forçado de quem não está bem. Espero que saibas que as mãos dele são perfeitas.

Não esperes comentários acerca do jantar que fizeste, porque esteja bom ou mau, ele nunca te vai magoar. Não esperes que responda a todas as tuas perguntas porque nem sempre ele, tem todas as respostas.

Espero que saibas que quando ele trinca o lábio, ele está a pensar em algo e não deves quebrar esse raciocínio. Espero que tenhas descoberto que ele não gosta dessas músicas, porque ele gosta do que gosta.

Espero que entendas, que ele te vai ouvir horas a fio e no fim vai dar-te os melhores conselhos, porque ele é assim. Não esperes que ele argumente as tuas acusações, porque se ele não as aceitar, ele não se vai importar, vai abraçar-te devagarinho, apenas.

Não tenhas medo, desses planos que ele faz, desses sonhos que ele tem, acompanha-o na loucura, é assim que o fazes feliz.

Espero que saibas que não o podes sufocar, ele ama-te, mas precisa daquela liberdade, que tu nem sempre vais gostar.

Espero que saibas, que os olhos dele brilham. E que ele se importa de verdade com o que tu sentes, mesmo que às vezes dê a entender que não.

Espero que saibas que ele é estranho, diferente e original, e que não podes fazer dele um ser igual a tantos outros, porque ele não o é.

Nunca consideres que ele tem sorte em te ter, sorte, tens tu, em ter alguém perfeito ao teu lado.

Espero que lhe dês o valor que eu nunca dei, Espero que o saibas amar, como eu nunca soube.


 Inspirado por : "só de ti"  Ana Penetra



"Só de mim" Vallentine Day - Diffuse Studios




sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Pausa para crónica - Carta de São Valentim

 Lisboa, 14 de Fevereiro de 2014


Hoje, em Portugal e na maior parte dos países do mundo comemora-se o dia de São Valentim, ou como habitualmente o conhecemos, Dia dos Namorados.

Talvez a maioria das pessoas, desconheça a verdadeiro motivo desta comemoração. Existem várias teorias, mas eu prefiro contar-te a que eu mais gosto.

Reza a história, que o Imperador Claudius II queria reunir um grande exército, para expandir o Império Romano, por isso queria obter o máximo de homens voluntários como soldados.

No entanto os homens casados ou aqueles que pensavam vir a ser, tinham receio em se alistar e deixar a família ou futura família desamparada.

O imperador teve então a ideia de não consentir mais casamentos, facto que viria a deixar descontente toda a população, bem como um padre chamado Valentim.

O Padre Valentim quebrou as regras, e continuou a realizar casamentos, através de uma cerimónia secreta e perigosa.

Numa dessas cerimónias, Valentim foi capturado e preso até á data da sua execução.

Diz-se, que os jovens apaixonados passavam pela sua janela para lhe deixar mensagens sobre o amor e para agradecer as suas atitudes.

Diz-se também que Valentim se terá apaixonado, por uma rapariga, que pela sua janela teria passado. E no dia da sua morte, lhe teria deixado, uma mensagem de amor, assinada assim “from your Valentine”.

É por isto que nasceu o costume de trocar mensagens de amor no dia da morte de São Valentim, a 14 de Fevereiro do ano de 269.

Posto isto, tudo me leva a crer que o dia de São Valentim não é só dos namorados, mas sim um dia especial para dizer o quanto eu gosto de ti.

Um dia especial, para reflectir na razão, porque da tua maneira meio torta de ser, entraste na minha vida, para a transformar em algo melhor e sobretudo para me transformar em alguém melhor.

Uma noite especial para trocar as penas pesadas dos dias cansados pelo olhar brilhante da recordação. Para aprender a viver com o nosso menos bom e saber para sempre que o pouco que somos ou fomos, é ou foi tanto.

Porque o amor, não é visível nos corações, peluches, flores, jantares e velas, o amor não é visível nem mesmo nas palavras. O amor não é a aliança no dedo ou acordar todos os dias na mesma cama. O amor, nem sempre é ter…

O amor também é isto, é amar o que não é nosso, como se fosse. É morrer por dentro, na ausência. É aceitar e compreender o incompreensível. É viver com amor, e amar o que foi, o que é e o que virá. É pôr tanto em tudo, como se fosse o último suspiro ou a ultima vez que nos tocamos.

Amor não é posse, não é obrigação, amor nem sequer chega a ser perdição, porque o meu amor por ti, é encontrar-me em cada abraço imaginado que não demos ou em cada olhar cúmplice que esquecemos.

Sem pele, sem carne, sem sequer te tocar, porque o amor, não pode ser só isso. Eu não quero que seja.

Todos os dias seriam bons para te dizer que és a parte mais bonita dos meus sentimentos confusos e cinzentos. Todos os dias podias ler nos meus olhos a verdade cega, de quem ama com o coração.

Mas hoje, hoje é apenas mais um desses dias cor-de-rosa. Em que me levanto cedo para contemplar devagarinho, o teu sono e a tua paz que imagino na minha mente e isso, bem isso acalma a alma e faz sorrir sozinha a mais céptica das criaturas.

From you Valentine


IR



Ah pois é! A mais céptica das criaturas, no caso, eu! Também consegue dizer umas coisas bonitas.. de vez em quando!

É uma carta puramente fictícia, foi o primeiro ano, em que entendi este dia e estou feliz por isso! Não se trata de ter alguém ou não. Trata-se de amar...


Amor é amor! Todos temos as nossas paixões, os nossos amores, o nosso Valentim, materializado no amor carnal, fraternal ou até mesmo no que fazemos, no que somos e sentimos. 



Happy Valentine s Day!


Sejamos felizes com o que temos, mas principalmente com o que somos!



quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Pausa para a música - To Build Home - The Cinematic Orchestra

 I am so in love with this song!





Movie: Step Up 4 revolution 

Music: To Build Home - The Cinematic Orchestra

Cinematic Orchestra é uma banda britânica, de jazz, formada em 1999, por Jason Swinscoe.