A Panna Cotta é uma sobremesa típica italiana da região de Piemonte, embora a verdadeira origemdesta receita seja incerta.
Elaborada a partir de nata de leite,açúcar, gelatina e baunilha, a panna cotta é normalmenteconsumida com compotas, com caldas de frutas da estação ou somente com frutas frescas.
A minha tem um aspecto estranho, mas estava bem boa !
Receita:
Ingredientes:
750g de natas frescas 3 colheres de sopa de açúcar 2 folhas de gelatina 1 vagem de baunilha
Como fazer:
Demolhar a gelatina em água fria durante 10 minutos.
Numa caçarola misturar as natas com o açúcar.
Abrir a vagem de baunilha no sentido do comprimento. Raspar o interior da vagem para a mistura de natas. Misturar bem.
Levar as natas ao lume até ferverem.
Escorrer a gelatina e junta-la às natas. Misturar bem. Deixar repousar 2 minutos. Passar a panna cotta por um passador em rede.
Dividir em formas individuais (tipo pudim flan), QUE EU NÃO TENHO!! Levar ao frigorífico até solidificar (pelo menos 2 horas).
No momento de servir desenformar o doce, regar com molho de frutos silvestres ou de outro fruto a gosto.
Eu não dou assim tanta
importância às coisas superficiais, mas confesso que tenho uma pancada gigante
por uma coisa supérflua!
Acho que não tem assim muito mal, cada
um gosta do que gosta, uns mais ou outros menos, todos temos as nossas
futilidades.
E a minha tem um nome:
sapatos. Adoro saltos altos, não
posso esconder isso.
Sempre que possível uso, e
às vezes uso, mesmo que não seja!
Comecei a perceber que
tinha mesmo panca, quando comecei a contar os pares de sapatos.
Na minha casa
devem estar uns 20, na casa da minha mãe ainda estão outros tantos. Por isso
devo ter 40 pares de sapatos, à vontade.
É exagero, mesmo!
Não acho muita piada em
acompanhar as grandes marcas de roupa, sei alguns nomes, mas não ando sempre em
cima disso. Já no que toca aos sapatos, eu sei bem que designer comprava, se pudesse claro.
Toda a gente viciada em
sapatos deve ter os seus sapatos preferidos e os meus são Christian Louboutin. Os meus queridos só custam 700 euros. (A menos que me calhe algum
prémio, estes Lady Peep Patent, nunca vão passar da minha imaginação).
Jimmy Choo, também tem
alguns que eu gosto e sandálias fantásticas. Gosto muito deste modelo de sapato,
acho que faz a pessoa muito elegante, estes custam 400 euros, eu tenho uma
imitação com menos um zero.
Yves Saint Laurent, também
tem um modelo, que eu gosto, com um preço na ordem dos 600 euros.
É isso.. pancadas, cada um
com a sua!
Não sigo assim muitos
blogs de moda, mas a Camila Figueiredo, fascina-me. A área dela é mais make up,
coisa que eu não ligo, mas em questão de looks, viagens e sapatos, ando sempre
“ligada” nela.
A tradição das sextas é ouvir The Cure "Friday i'm in Love", mas hoje apetece-me mudar :)
"Shot through the heart and you're to blame You give love a bad name I play my part and you play your game You give love a bad name You give love a bad name"
Ando á algum tempo a tentar escrever uma crónica, sobre a futilidade
humana, fiz pesquisa de algum filme que me pudesse inspirar e descobri um filme
Sueco de 2013 – EGO, dirigido por Lisa James Larsson.
Não sei se a crónica vai sair (não estou a gostar de escrever sobre o
tema), mas já valeu a pena, pelo filme.
EGO, conta a história de umjovem chamado Sebbe (Martin Wallström), de 25 anos, que vive
num meio rico e cheio de aparências, onde o aspecto físico é essencial.Sebbe
está prestes a lançar um CD, quando sofre um acidente que lhe retira a
capacidade de ver.
Cego, Sebbe percebe
que a sua beleza agora pouco importa no meio onde vive.
Mia (Mylaine
Hedreul), é contratada para tornar a vida de Sebbe mais fácil, e é ela que lhe
recupera a vontade de viver. Mia e Sebbe apaixonam-se.
Meses mais tarde,
quando Sebbe recupera a visão, ele passa a ignorar Mia, porque está não encaixa
nos padrões de beleza a que ele estava habituado.
Até perceber, por fim…
…têm de ver o filme!
É um romance (zito) é
certo, mas eu acho que a mensagem é bastante interessante. A imagem do filme,
dá aquela ideia “mais do mesmo”, mas eu gostei.
Ultimamente é mais difícil fazer com que não
me assaltes os pensamentos. Dizem que isto com o tempo passa, dizem que o tempo
cura tudo, mas enganam-se. O tempo só me leva aos lugares mais profundos da
saudade.
Os dias vão passando e nesse lugar chamado
saudade, tu ainda estas a agarrar a minha mão, nós ainda estamos a viver o
sonho que nunca imaginamos e os nossos olhos ainda se continuam a encontrar na
multidão.
No sábado, o dia esteve incrível para
passear. Depois do Brunch no Príncipe real, perdi-me e apaixonei-me outra vez
por Lisboa.
A luz desta cidade é uma coisa linda, mesmo! Resolvemos
explorar a parte antiga da cidade e com isso percorrer as ruas fininhas e
desajeitadas até ao Castelo de São Jorge.
Passamos pelos Miradouros de São Pedro de Alcântara,
Santa Luzia e Miradouro da Graça.
Miradouro de São Pedro de Alcântra
Miradouro de Santa Luzia
Sentimos o bairrismo e a simplicidade típica
da Mouraria, Alfama, Castelo e do Bairro da Graça.
À noite e como normalmente, acontece, termino
o dia na mesa improvisada de um bar, num lugar chamado Bairro Alto. Que Sábado!
Às vezes nós não prestamos muita atenção ao
sítio onde vivemos. Não damos importância ao que é nosso.
Mas percebi
finalmente o quanto é bom ser turista na nossa própria cidade e o quanto Lisboa
tem para oferecer. O quanto é bom e simples ficar á conversa horas, algures de
frente para o Tejo.