segunda-feira, 7 de julho de 2014

Esta história da Autobiografia

Anda-me a dar a volta à cabeça!

Apesar de ser complicado, escrever a minha história em 350 palavras, é um desafio alucinante. Talvez não faça muito sentido, do alto dos meus 26 anos, mas é engraçado. 

Com o texto anterior, eu não ia ganhar o concurso, para o qual, ele foi escrito. Porque não é criativo, é apenas informativo.

Mas precisei de compilar a informação, solta na minha cabeça, par chegar a um produto final, que "venda".

Como fazer isso, sem sabotar a nossa própria história? Como tornar um texto e uma vida aparentemente normal, em algo que leve um leitor a ler até ao fim?

Andei a ler, e achei isto:

"Autobiografar-se é confessar-se. Escrever na minha idade uma autobiografia é uma dor que noutra idade seria um bálsamo. Aos oitenta anos seria um prazer. Agora é muito doloroso. Vou abrir de janelas de par em par as paisagens da memória adormecidas. Feridas vão abrir-se, sonhos recalcados vão regressar, desejos adormecidos vão despertar. Talvez a escrita sare o que o tempo teima em não curar."

É um bocado assim, aos 26 anos, todas as memórias são frescas, e algumas, preferimos não contar. 

Autobiografar-me é uma viagem. Que passa por paisagens fascinastes mas também por territórios verdadeiramente minados. Isto é a vida.

Cheguei a um produto final, continuo a achar que não vai ganhar. Mas é a minha cara..e ainda bem porque se trata da minha vida. 

Quinta-Feira já vos vou mostrar, o que é que isto tudo, deu!

Boa Semana com calor!!!